quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cigarro Pt.04




Após 1 ano:
- O excesso de risco de doença cardíaca coronariana diminui para a metade de um fumante.

Após 5 anos:
- De 5 a 15 anos após parar de fumar, o risco de derrame reduz ao nível das pessoas que nuncam fumaram.

Após 10 anos:
- O risco de câncer de pulmão cai para a metade dos que continuam fumando
- O risco de câncer de boca, garganta, esôfago, bexiga, rins e pâncreas diminui
- O risco de úlcera diminui.

Após 15 anos:
- O risco de doença cardíaca coronariana é semelhante às pessoa que nunca fumaram
- O risco de morte retorna a um nível próximo de pessoas que nunca fumaram.

E mais, ao parar de fumar você:

- Terá hálito mais fresco, cabelos e roupas sem mau cheiro
- Ajudará a reduzir a poluição
- Se sentirá bem por ter parado
- Terá maior controle sobre sua vida
- Se for mulher e parar antes de engravidar, reduzirá o risco de aborto e bebê de baixo peso ao nascer
- Se for homem, a preocupação com a impotência sexual de forma precoce e as deformidades no pênis não existirá
- Economizará dinheiro: 20 cigarros por dia a R$ 2,10 somará R$ 766,50 por ano.

Mesmo assim nada disso que leu nesses quatro capítulos te convenceu e ainda continua “tomando fumo”?
É difícil parar, isso todos nós sabemos.

Cigarro Pt.03




Você é jovem e acha que deve fumar porque seus amigos também fumam? Experimente discutir abertamente esta questão com eles, vai descobrir que eles estão querendo parar de fumar, afinal, manter-se saudável está sempre na moda.

Sim, o que ganharia se parasse agora, depois de anos fumando?

Você precisa saber que parando de fumar você consegue efeitos benéficos em pouco tempo.

De acordo com a American Lung Association, que é um órgão público de saúde dos EUA voltado a doenças pulmonares, quando o fumante para de fumar, seu corpo inicia uma série de mudanças benéficas, após poucos minutos do último cigarro:

Aos 20 minutos após parar de fumar:
- A pressão sanguínea diminui
- A pulsação cai
- A temperatura das mãos e pés aumentam.

Em 8 horas:
- O nível de monóxido de carbono no sangue cai ao normal e
o nível de oxigênio no sangue aumenta e pode chegar ao normal.

Em 24 horas:
- A chance de um ataque cardíaco ou infarto diminui.

Em 48 horas:
- As terminações nervosas recomeçam a crescer
- A capacidade de sentir cheiro e sabor melhora.

Após 2 semanas a 3 meses:
- A circulação melhora
- Fica mais fácil praticar exercícios aeróbicos e anaeróbicos
- A função pulmonar aumenta

Após 1 a 9 meses:
- A tosse, a congestão dos seios nasais, a fadiga e a falta de ar diminui.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Cigarro Pt. 02


Você admite que é um drogado, um viciado? Seu hábito ainda não chegou a esse nível? O cigarro é considerado como algo normal em nossas vidas. Mas a nicotina é uma droga como álcool, cocaína, heroína e maconha. Ela melhora seu humor, acalma, deixa você “bem”. Com o tempo seu cérebro passa a necessitar dela. Portanto, é uma droga e vicia.

Você não percebe, mas pode estar cheirando mal. Suas roupas, seu cabelo, seu hálito, seu carro e talvez sua casa pode estar cheirando a cigarro.

Talvez não perceba, mas está poluindo o ambiente. Será que você sempre se preocupa no local onde fuma e onde joga seus tocos de cigarro?

Não é necessário lembrar dos danos à saúde causados pelo fumo: bronquite, câncer, derrame, enfisema, infarto, entre outros problemas que são desnecessários mencionar.

Há também os incêndios domésticos e em vias públicas causados pelos tocos de cigarro. Acredite, é tudo verdade; você pode encurtar sua vida e talvez a de outras pessoas ao seu redor.

Já fez as contas de quanto gasta por ano com esse vício? Já previu o quanto vai gastar com tratamentos médicos no futuro? Seu plano de saúde cobre cirurgias cardíacas, quimioterapia, radioterapia, oxigenioterapia? Ou vai deixar tudo para o serviço de saúde pública, pago com os impostos de todos, fumantes e não fumantes?

Você se acha um bom exemplo para seus filhos, sobrinhos, netos?

Na próxima postagem será abordado sobre os benefícios de parar de fumar, mesmo para fumantes que passaram quase toda a vida dependente desse vício.

Cigarro Pt. 01


Você fuma?

Dependendo da entonação da pergunta a resposta imediata de quem fuma é essa:

Sim, tenho o direito de fumar. E daí?

Você é uma pessoa livre, responsável, bem informada e capaz de decidir o que é o melhor para você e sua família? Ótimo, é muito mais fácil assim.

Fumar é seu direito. Um prazer irresistível. Um hábito que faz parte de você.

Você conhece todos os riscos relacionados ao fumo e decidiu correr estes riscos? Você sabe que terá benefícios só por ficar algumas horas sem fumar?

É certo que poderá ter sorte e ser uma das pessoas que viverão bem por anos, sem sentir nenhum sintoma relacionado ao cigarro. Ainda poderá usufruir dos benefícios da nicotina como a diminuição dos riscos de Doença de Alzheimer, Mal de Parkinson, e Colite Ulcerativa.

Acredita que esse assunto de fumante passivo necessita de mais provas, mas na dúvida, toma sempre o cuidado para evitar danos ou incômodo as pessoas ao seu redor?

Então faça certo: depois de pesar tudo, fume sem culpa, porque sentir culpa pode deixar você com baixo astral. Não fique chateado porque as pessoas que te amam querem que você pare de fumar.

Um aviso importantíssimo, mantenha-se informado e fique atento, porque talvez algum dia você não queira mais conviver com os riscos ou apresente algum sintoma (tosse crônica, dor no peito, asia, perda de um dedo por necrose, etc) que o obrigue a mudar de idéia. A decisão de parar de fumar poderá ser a chave para uma vida de boa qualidade.

domingo, 27 de dezembro de 2009

No Limits 05


1° Set - 100% Old School!

01:: Moby – Everytime you touch me (Beatmasters mix) 12” ¬ Elektra Entertainment
02:: 808 State/U.B 40 – One in ten (Fast Fon mix) 12” ¬ Tommy Boy Music
03:: 808 State – Contrique (álbum) ¬ Tommy Boy Music
04:: Moby – Move (Sub Version) 12” ¬ Mute Records
05:: Project 1 – Roughneck (Project 1 remix) 12” ¬ Rising Hight Records
06:: Ramirez – El Gallinero (Tambalea mix) 12” ¬ Blanco y Negro Music

2° Set - Pressão total!

01:: D. Luka – Take this sound (Original mix) single ¬ Indented Records
02:: Wawa – GK (EP) 12” ¬ Fluential
03:: White Noise – Movin 12” ¬ White label
04:: Nudisco – Fox Du Rock 12” ¬ Yellow Tail Records
05:: Rozalla – Everybody’s free (Feels good dub) 12” ¬ EPIC
06:: Asmodeus – Thru the fire (Dub mix) 12” ¬ Swing City Records

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

História do Trip Hop




Trip Hop foi o nome usado pela revista Mixmag nos anos 90 para definir o álbum Maxinquaye do artista Tricky, embora somente neste momento o gênero ganhasse uma denominação, a história do Trip Hop já vinha sendo construída desde meados dos anos 80.

Basicamente, o Trip Hop (também chamado de "Música de Bristol", em referência à cidade da Inglaterra onde o gênero surgiu) é música eletrônica em slowtempo (lenta), marcada por downbeats (batidas desaceleradas, menos de 120 bpm) e pelo uso de instrumentos convencionais e acústicos, sendo que essa é uma marca importante que acaba personalizando cada grupo e/ou artista.

Entre os estilos que mais influenciaram o Trip Hop estão: Ambiente, Jazz, Acid Jazz, Soul, Funk, Underground, Reggae, Dub e o Uptempo.

História

A história do Trip Hop, assim como toda a Música Eletrônica está ligada ao House, estilo que surgiu no começo da década de 80 quando diversos músicos dos EUA (especificamente de Chicago, Nova York e Detroit) resolveram refazer eletronicamente a música disco dos anos 70, fundindo com Rhythm and Blues, Funk e Soul, dando origem ao House.
Durante a década de 80 ocorreram várias experimentações do House, que acabou se segmentando em diversos estilos, como o Trance, o Techno e o Drum & Bass.

O Trip Hop surge quando alguns músicos resolvem que a Música Eletrônica não deve ser necessariamente Upbeat (que fora usado até então) e passaram a criar em downbeat. Isso foi na Inglaterra, onde na cidade de Bristol, um grupo chamado The Wild Bunch passou a criar sob essas diretrizes, dando origem ao Trip Hop (ainda que o termo fosse surgir somente na década de 90). No final dos anos 80 o grupo se dissolve e alguns membros passam a formar o Massive Attack.
Em 1991 o Massive Attack (composto com 3D, Daddy G, Mushroon e Tricky, este último por pouco tempo) lança o álbum Blue Lines, consagrando, enfim, o Trip Hop como estilo.

Artistas
• Air
• Archive
• Esthero
• Flunk
• Hooverphonic
• DJ Krush
• DJ Shadow
• Goldfrapp
• Gorillaz
• Lamb
• Lovage
• Massive Attack
• Mandalay
• Moloko
• Morcheeba
• Oi Va Voi
• Portishead
• Smoke City
• Sneaker Pimps
• Tricky
• UNKLE

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Vinil ou CD? A velha “briga” dos DJs Pt.02


As vantagens e desvantagens do CD e do Vinil dependendo do estilo musical dos DJs

O som da agulha de diamante no sulco do vinil ou então aquele que sai do laser passeando pela superfície do CD?

Vários fatores acabam resultando na opção dos profissionais tocadores de vinil ou CD, também existem aqueles que tocam as duas mídias, sem preconceito ou “puritanismo”.

No Brasil essa mudança do vinil para o CD no uso não profissional (doméstico) foi bem lento, para se ter uma noção, o Brasil em 1994 ainda era o maior consumidor de vinil do mundo. Mais isso não se tratava de uma ojeriza ao CD e sim o alto custo dos primeiros aparelhos domésticos.

Com a queda no preço desses tocadores de CD no mercado nacional rapidamente a coisa mudou, finalmente a população poderia ouvir o som do primeiro mundo em suas residências.

Alguns DJs afoitos no começo ficaram impressionados com a questão da praticidade e da evolução da tão sonhada reprodução digital, compraram os gravadores de CDs e passaram seus vinis (12”, EPs, LPs e pictures) para aquelas primeiras mídias que tinham uma coloração azulada ou dourada, muitos chegaram a vender os vinis, posteriormente se arrependendo arduamente, pois essas primeiras mídias quando caiam no chão descascavam e toda a gravação era perdida, muitos sofreram com isso.

Atualmente isso já não acontece, as mídias virgens originais são de boa qualidade e tem uma ótima durabilidade dependendo do seu manuseio.

A questão principal da maioria dos profissionais que migraram do vinil para o CD foi exatamente o fator financeiro e também muitos que tocavam MPB, Rock ou outros estilos comerciais, o CD caiu como um anjo no céu; praticidade e principalmente sobre a viabilidade desse formato compacto na pista.

Já os DJs que tocam um estilo segmentado, alguns ainda resistem ao CD e permanecem com o bom e velho 12”, mais isso também depende muito da filosofia aplicada a cada profissional, tem casos e casos, como bom exemplo temos as produções independentes, por questões de custo a execução é feita com CD, não há condições de lançar dubplates ou algo em menor escala na prensagem de vinil para divulgar um trabalho feito em um homestudio, então o CD nesse caso acaba sendo a única opção (não está sendo levado em consideração quem toca com Serato, Traktor ou outros programas com a utilização de laptop, pois o tópico é Vinil ou CD; sabendo que existe essa possibilidade de divulgar o trabalho).

O DJ deve ser completo, saber tocar de vinil ou CD, independente do estilo, se for possível tocar com vinil, ótimo, se não for, isso não será o fim do mundo, mais o público e os próprios DJs acabam respeitando mais quem toca de vinil, essa realidade ninguém discorda, pois até aqueles que tocam de CD estão sempre comentando sobre o assunto e geralmente finalizam a conversa dizendo: “Quem dera se eu pudesse tocar só com vinil ou pelo menos a maioria do set com vinil”.

O mais importante nisso tudo é manter a pista cheia com qualidade musical, independente da mídia, se for um som bem equalizado, com o volume certo, o repertório selecionado com destreza, a missão foi concluída com êxito.